Homem é preso na Vila Rural de Juranda após luta corporal com policial militar e ser contido com disparo de pistola do PM

O homem morador de Campo Mourão, tentou agredi sua ex-mulher, invadiu residência, entrou em luta corporal com o policial militar e só foi contido após ser contido com o disparo feito pelo PM, mesmo assim continuo ameaçando o policial militar.

Por jurandanews em maio 17, 2020

Na de sábado, 16 de maio, a equipe do Destacamento da Polícia Militar de Juranda de plantão, composta pelo Soldado Carlos, recebeu uma ligação dando conta de que na Vila Rural Alto Alegre uma família ao chegar em casa constatou que S. ex-namorado da senhora da casa, estava aguardando por eles escondido atrás de uma bananeira.

Ainda foi informado a equipe de plantão que o ex-namorado ao visualizar que os solicitantes haviam chego em casa saiu em disparo na direção do atual empunhando um facão tentando acertá-lo, diante deste fato eles teriam saído do local e entrado em contato com a Polícia Militar. Imediatamente a viatura deslocou até o local em que os solicitantes se encontravam e posteriormente deslocou até a residência onde residiam para verificar a situação.

Ao chegar na residência a equipe policial adentrou ao local para verificar se o ex-namorado ainda estava no local, sendo que foi possível visualizar que ele estava deitado em uma cama.

Foi iniciado um diálogo com o mesmo para verificar o por que dele estar ali, visto que não possuía mais nenhum vínculo de relacionamento afetivo para com a moradora, sendo que nesse momento o ex-namorado, apresentando um visível estado de alteração psicológica, iniciou a ofender o policial militar de plantão, o qual estava regularmente escalado de serviço como patrulheiro no destacamento policial militar de juranda.

Durante o diálogo o cidadão apresentava uma postura agressiva falando que não deveria satisfações a ninguém e que não sairia do local. Em dado momento da conversa o cidadão  (foi constato que o mesmo reside no município de Campo Mourão), levantou da cama e tentou agredir o policial com um chute, sendo que nesse momento o militar estadual mencionado utilizou de técnicas de defesa pessoal para se afastar do cidadão.

Após alguns instantes de conversa, o cidadão investiu novamente contra o policial, dessa vez tentando a todo modo retirar o armamento da corporação do policial militar de seu coldre. Iniciou-se então uma vias de fato entre o indivíduo e o policial militar o qual a todo tempo tentava conter o indivíduo para que ele não obtivesse nenhum tipo de lesão e pudesse ser encaminhado para a delegacia de polícia judiciária pelos crimes que teria cometido.

Durante a vias de fato o policial conseguiu por um breve momento imobilizar o agressor com uma chave de braço, conhecida como “triângulo”, porém o indivíduo retirou o policial do solo e jogou o mesmo ao solo, tendo este batido a sua cabeça ao chão da residência. Com o policial militar no chão o indivíduo continuou batendo no policial com socos e chutes e tentando alcançar o armamento do policial, sendo que o mesmo utilizou de um chute para afastar de si o agressor.

Imagens ilustrativa

Como resultado desse chute o agressor caiu ao solo, próximo ao facão que ele teria utilizado para ameaçar os solicitantes inicialmente, sendo que nesse momento ele empunhou o objeto cortante novamente ao levantar. Quando o agressor tentou acertar o policial militar, que estava ainda caído ao solo tentando se defender, com o referido facão foi necessário realizar um (01) disparo com sua pistola, na direção do agressor.

O disparo realizado pelo policial militar veio a acertar o indivíduo na região da coxa da perna esquerda, o qual veio a cair ao solo novamente, mesmo alvejado o indivíduo ainda tentou empunhar novamente o facão, sendo que nesse momento o policial conseguiu retirar de sua proximidade o objeto (facão), ordenando para que o mesmo ficasse no chão para que pudesse ser algemado a fim de preservar a integridade física de todos presentes.

Após algemado, o indivíduo ainda continuou proferindo ameaças contra o policial militar que estava no local, bem como informando que quando fosse solto de sua prisão iria atentar contra a sua vida (do policial em serviço) em outra oportunidade.

Como mencionado anteriormente foi necessário utilizar as algemas sob a lume da súmula vinculante número 11 do Supremo Tribunal Federal, visto que o mesmo apresentava risco iminente a segurança de todos presentes e também tentava fugir do local, mesmo alvejado e algemado.

Foi emanada a devida voz de prisão por parte do policial, autoridade de polícia administrativa presente no local, ao indivíduo, pelos crimes de ameaça, dano a residência, tentativa de lesão corporal, invasão de domicílio, resistência à prisão, desobediência, lesão corporal e desacato.

Foram lidos todos os direitos fundamentais que a legislação brasileira estende, inclusive o direito do mesmo permanecer em silêncio durante o seu encaminhamento, fato que fora desconsiderado pelo autor o qual permaneceu efetuando ameaças contra o policial.

Foi acionado a ambulância do município para socorrer o indivíduo, a qual se fez presente na pessoa de enfermeiro, o qual conduziu o indivíduo alvejado para UBS (Unidade Básica de Saúde) de Juranda, e posteriormente transferido para o Hospital Santa Casa do município de Campo Mourão para passar por procedimentos cirúrgicos, já que o disparo efetuado pelo o policial acertou na região da coxa, ficando alojado no fêmur do indivíduo, sendo que por este motivo o mesmo teve de ser transferido, onde permanece com escolta policial, visto ter recebido a voz de prisão.

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